Anderson Daronco virou o assunto do jogo entre Flamengo e Vitória. Entenda por que as paradas excessivas irritaram torcedores e geraram debate sobre o VAR.
Quem assistiu ao jogo no Maracanã na última quarta-feira percebeu que o placar de 2 a 1 para o Flamengo nem foi o principal assunto nas arquibancadas.
O árbitro Anderson Daronco tomou esse posto. Parar o jogo com frequência fora do comum virou marca registrada dele.
A irritação cresceu ao longo dos 90 minutos e explodiu nas redes sociais ainda com a bola rolando.
Anderson Daronco apitou Flamengo x Vitória na quarta-feira, 22 de abril, pelo jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil, no Maracanã.
O árbitro foi criticado pela frequência excessiva de paralisações durante a partida, segundo relatos de torcedores e análises publicadas após o jogo.
- Resultado: Flamengo 2 x 1 Vitória, Copa do Brasil, 5ª fase.
- Árbitro em foco: Anderson Daronco, acusado de interromper o jogo em excesso.
- VAR: Thiago Duarte Peixoto, também alvo de críticas por omissões em lances polêmicos.
Daronco acumula uma reputação consolidada entre torcedores de múltiplos clubes: a de parar as partidas com frequência que quebra o ritmo do jogo.
Na partida desta quarta, esse comportamento se repetiu. Dois termos circularam nas redes e nas arquibancadas: “parava toda hora”.
A análise do lance que resultou no golaço de Erick, detalhada em Erick marca golaço e o Vitória deixa o confronto em aberto para a volta no Barradão, mostra que o ritmo da equipe baiana foi real mesmo com a derrota.
Paralisações excessivas: o impacto no ritmo do jogo
| Árbitro | Anderson Daronco |
| Responsável pelo VAR | Thiago Duarte Peixoto (SP) |
| Partida | Flamengo x Vitória, 5ª fase da Copa do Brasil |
| Data | 22 de abril de 2026 |
| Resultado | 2 a 1 para o Flamengo |
| Principal reclamação | Excesso de paralisações e ausência do VAR em lances polêmicos |
A crítica que circulou após o apito final não foi sobre o placar. Torcedores de ambos os times apontaram que Daronco fragmentou o jogo em sequências curtas.
Impossível haver fluidez no meio-campo com essas pausas constantes.
Segundo o noticiário esportivo, o comportamento não se limitou às paralisações: lances que torcedores e comentaristas avaliaram como passíveis de cartão vermelho para jogadores do Flamengo passaram sem punição.
Alimentou-se, assim, um segundo frente de reclamações paralela à dos excessos de apito.
O resultado dessa combinação foi um jogo partido ao meio em termos de ritmo. Quem preferia jogar nas pausas saiu beneficiado. Quem dependia de velocidade, prejudicado.
A omissão do VAR: quando o silêncio da tecnologia irrita mais que o apito
Se Daronco concentrou as críticas no campo, o responsável pelo VAR acumulou reclamações por omissão.
Thiago Duarte Peixoto (SP) esteve na sala de vídeo e não interveio.
Torcedores relataram ausência do recurso tecnológico em julgamentos que consideraram cruciais, segundo relatos publicados nas redes sociais e em portais esportivos após o confronto.
O diagnóstico mais repetido: o VAR inerte nos momentos que mais importavam.
A irritação com a dupla Daronco e Peixoto fez o árbitro eclipsar discussões sobre o desempenho técnico das equipes.
Para entender como o Vitória se comportou taticamente no jogo, vale ler a análise de como o 2×1 esconde que o Vitória foi melhor no 1º tempo e o Flamengo percebeu, que detalha o que aconteceu dentro das quatro linhas além da polêmica.
Quando o árbitro para o jogo com frequência excessiva e o VAR não intervém nos lances mais tensos, a narrativa sai do campo e vai direto para os trending topics.
Implicações para o Brasileirão e a Copa do Brasil
A forma como Daronco conduziu a partida não é novidade isolada.
O padrão de parar o jogo com mais frequência do que a média dos árbitros brasileiros já apareceu em outras rodadas. Quarta-feira trouxe esse dado de volta ao centro do debate.
O movimento de cobrar a CBF por critérios mais uniformes ganhou força nas redes.
Torcedores e analistas passaram a questionar: é característica pessoal do árbitro ou reflexo de uma orientação institucional para jogos de mata-mata?
A resposta ainda está em aberto.
O saldo imediato é concreto: o árbitro virou o segundo personagem mais comentado de um jogo que teve dois golaços, uma virada e um lance de impedimento anulado, o de Luan Cândido aos 32 minutos do segundo tempo.
Antes do confronto de volta no Barradão, o nome de Daronco já está no centro do debate, como mostra o caminho percorrido até aqui em Vitória bate o Piauí e assume a liderança do grupo na Copa do Nordeste, que mostra o clube baiano chegando forte a esta fase.
Perguntas frequentes
Por que Anderson Daronco foi criticado em Flamengo x Vitória?
Daronco foi alvo de reclamações pela frequência excessiva de paralisações ao longo da partida, comportamento que torcedores consideram uma marca do árbitro.
Houve também críticas por não punir lances que parte dos torcedores avaliou como passíveis de cartão vermelho para jogadores do Flamengo.
O VAR foi acionado no jogo entre Flamengo e Vitória?
Segundo relatos de torcedores e análises publicadas após a partida, o VAR, operado por Thiago Duarte Peixoto, não interveio em lances considerados cruciais, o que gerou críticas além das direcionadas ao árbitro de campo.
Qual foi o resultado de Flamengo x Vitória na Copa do Brasil?
O Flamengo venceu por 2 a 1 no jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil, disputado no Maracanã em 22 de abril de 2026.
Os gols foram de Evertton Araújo e Pedro pelo Flamengo, e de Erick pelo Vitória. O confronto de volta acontece no Barradão.
O Vitória sai derrotado, mas ainda vivo na Copa do Brasil. A volta acontece no Barradão, onde o clube baiano precisa reverter um gol de diferença para avançar.
O árbitro responsável pelo jogo de volta ainda não foi escalado pela CBF. A definição da arbitragem é um dos pontos mais aguardados pela torcida antes do confronto decisivo.
Fonte: Informações publicadas pelo www.lance.com.br, com adaptação editorial.