Campeonato Baiano

Morre Romenil, o “Xerife Rubro-Negro”: ídolo do Vitória e bicampeão baiano de 1964 e 1965 morre aos 82 anos

Morre Romenil, o "Xerife Rubro-Negro": ídolo do Vitória e bicampeão baiano de 1964 e 1965 morre aos 82 anos

Morreu aos 82 anos Romenil, o "Xerife Rubro-Negro", ídolo do Esporte Clube Vitória e bicampeão baiano de 1964 e 1965. Relembre a trajetória da lenda rubro-negra.

O futebol baiano está de luto. Morreu na terça-feira, 19 de maio de 2026, aos 82 anos, Romenil Aristides Gonçalves Filho — o “Xerife Rubro-Negro”, ex-zagueiro e um dos maiores ídolos da história do Esporte Clube Vitória. Romenil foi peça fundamental na conquista do primeiro bicampeonato baiano do clube, em 1964 e 1965, e é lembrado como símbolo de uma geração marcante do Leão da Barra.

🖤 Romenil Aristides Gonçalves Filho

“Xerife Rubro-Negro” · Zagueiro

1943 — 2026

Ídolo do Esporte Clube Vitória · Bicampeão Baiano (1964 e 1965)

📋 Ficha de Romenil

Nome completo Romenil Aristides Gonçalves Filho
Apelido Xerife Rubro-Negro
Posição Zagueiro
Nascimento 2 de outubro de 1943 — Rio Vermelho, Salvador (BA)
Falecimento 19 de maio de 2026, aos 82 anos (causa não divulgada)
No Vitória 1961 a 1970 · mais de 90 jogos (97 segundo o Grupo Lomes)
Títulos no Vitória Bicampeão Baiano (1964 e 1965)
Outros clubes Bahia, Leônico e Ypiranga

Quem foi Romenil, o Xerife Rubro-Negro

Nascido em 2 de outubro de 1943, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador, Romenil construiu sua principal identificação no futebol com a camisa rubro-negra. O ex-defensor atuou pelo Vitória entre 1961 e 1970 e fez parte de uma geração que entrou para a história do clube.

O apelido “Xerife” — tradicional no futebol brasileiro para zagueiros que comandam a defesa com liderança e firmeza — resumia o seu estilo de jogo. Pelo Leão da Barra, ele disputou mais de 90 partidas e encerrou sua trajetória no clube em 1970, no antigo Campo da Graça.

O bicampeonato histórico de 1964 e 1965

O maior legado de Romenil no Vitória está ligado às conquistas estaduais da década de 1960. Ele foi bicampeão baiano em 1964 e 1965 — títulos que, segundo a história oficial registrada pelo próprio clube, representaram o primeiro bicampeonato estadual da história do Vitória.

Ano Conquista Significado
1964 Campeonato Baiano 1º título da dupla conquista
1965 Campeonato Baiano Consolidação do primeiro bicampeonato estadual do clube

A homenagem do Esporte Clube Vitória

Em nota publicada nas redes sociais, o Vitória lamentou a morte do ídolo e destacou sua importância para a história do clube:

“O Esporte Clube Vitória lamenta o falecimento de uma das grandes lendas do clube. Romenil, o Xerife Rubro-Negro, vestiu a camisa do Leão nos anos 60, foi bicampeão baiano e somou mais de 90 partidas com a nossa camisa. Será lembrado para sempre! Nossa solidariedade à família e aos amigos.”
— Nota oficial do Esporte Clube Vitória

A trajetória além do Vitória

Embora seja lembrado sobretudo pela passagem rubro-negra, Romenil também defendeu outras equipes do futebol baiano ao longo da carreira: Bahia, Leônico e Ypiranga. Ele era irmão de Carlinhos Gonçalves, também ex-jogador com passagem pelo futebol do estado — uma família que deixou sua marca no esporte baiano.

Um nome eterno na história do Leão

Mais de meio século depois de pendurar as chuteiras, Romenil permanece como um dos símbolos da história centenária do Esporte Clube Vitória. Sua firmeza na zaga, a liderança que lhe rendeu o apelido de Xerife e o pioneirismo do bicampeonato de 1964 e 1965 fazem dele uma referência para as gerações rubro-negras.

O Leão da Barra e toda a torcida prestam suas homenagens a uma de suas maiores lendas. Romenil será lembrado para sempre.

Perguntas frequentes

Quem foi Romenil, ídolo do Vitória?

Romenil Aristides Gonçalves Filho, conhecido como “Xerife Rubro-Negro”, foi um zagueiro que defendeu o Esporte Clube Vitória entre 1961 e 1970. É lembrado como um dos grandes nomes da história do clube, tendo sido peça fundamental na conquista do primeiro bicampeonato baiano da equipe, em 1964 e 1965.

Quando e com que idade Romenil morreu?

Romenil morreu na terça-feira, 19 de maio de 2026, aos 82 anos. A causa da morte não foi divulgada pela família nem confirmada oficialmente até a publicação desta matéria.

Por que Romenil era chamado de "Xerife Rubro-Negro"?

O apelido “Xerife” é tradicional no futebol brasileiro para zagueiros centrais que se destacam pela liderança e firmeza na marcação — exatamente o perfil de Romenil na defesa do Vitória nos anos 1960. O complemento “Rubro-Negro” remete às cores do clube baiano.

Quais títulos Romenil conquistou pelo Vitória?

Romenil foi bicampeão baiano com o Vitória em 1964 e 1965 — conquistas que representaram o primeiro bicampeonato estadual da história do clube, segundo os registros oficiais do próprio Vitória.

Quantos jogos Romenil fez pelo Vitória?

Romenil disputou mais de 90 partidas pelo Vitória (97 segundo o Grupo Lomes de Comunicação) ao longo de sua passagem entre 1961 e 1970, encerrada no antigo Campo da Graça.

Por quais outros clubes Romenil passou?

Além do Vitória, onde construiu sua principal identificação, Romenil também teve passagens por Bahia, Leônico e Ypiranga, conforme registros da imprensa baiana.

Já há informações sobre velório e sepultamento?

Até a publicação desta matéria, não havia informações divulgadas sobre velório e sepultamento. Atualizaremos assim que dados oficiais forem confirmados por fontes verificadas.

Fontes

Informações apuradas e cruzadas a partir de fontes verificadas: G1 Bahia, Bahia Notícias, Grupo Lomes de Comunicação e da nota oficial do Esporte Clube Vitória, publicadas em 19 e 20 de maio de 2026. A causa da morte e os detalhes de velório e sepultamento não haviam sido divulgados até a publicação desta matéria.

Redação Leão da Barra
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Redação Leão da Barra é responsável pela cobertura editorial do Leão da Barra. Especialidade: futebol brasileiro, Brasileirão, Libertadores, Copa do Brasil, escalações confirmadas, transmissões ao vivo, pré-jogo e pós-jogo, multi-modalidades esportivas (NBA, F1, MMA, vôlei). Escreve para torcedor brasileiro adulto, multi-clube, busca informação útil rápida (ondê passa, que horas, escalação). Linha editorial: jornalismo esportivo direto, foco em utilidade prática pro torcedor (onde assistir, horário, escalação confirmada), sem fanatismo nem opinião disfarçada de notícia. Toda publicação passa por verificação cruzada em fontes oficiais primárias antes de ser publicada (ver Critérios Editoriais).

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